portal noticias  gold -COD-1212portal noticias  gold -COD-1212
aa
Leitura: Debate na Câmara denuncia aumento da violência contra mulheres em escolas e universidades
Compartilhar
portal noticias  gold -COD-1212portal noticias  gold -COD-1212
aa
Buscar
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Dj Ricardo Mousemix . Design Company. All Rights Reserved.
portal noticias gold -COD-1212 > Blog > Policia > Debate na Câmara denuncia aumento da violência contra mulheres em escolas e universidades
Policia

Debate na Câmara denuncia aumento da violência contra mulheres em escolas e universidades

admin
Ultima atualização: 2026/08/14 at 11:06 PM
Por admin
Compartilhar
5 leitura mínima
debate-na-camara-denuncia-aumento-da-violencia-contra-mulheres-em-escolas-e-universidades
Debate na Câmara denuncia aumento da violência contra mulheres em escolas e universidades
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp
Audiência Pública - Misoginia nas escolas e universidades.
Bianca Borges (C): vítimas deixaram de participar de atividades acadêmicas por medo de violência – Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Participantes de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre misoginia denunciaram o aumento da violência contra mulheres em universidades e escolas públicas. O debate foi promovido na quarta-feira (12) pela Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial.

+ Conteúdos
AuditoriaAçõesProjeto da misoginia

A presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Roberta Pontes, citou três casos recentes de violência contra meninas em escolas.

“Há cerca de um ano, uma menina chamada Alícia Valentina, de apenas 11 anos, foi assassinada dentro da sala de aula por dizer não. Recentemente, três meninas foram esfaqueadas dentro da sala de aula também por dizer não. Uma semana antes, duas meninas foram estupradas de forma coletiva dentro da sala de aula”, relatou.

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bianca Borges, citou um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2015. Segundo o estudo, 67% das estudantes brasileiras já tinham sofrido violência por parte de homens.

De acordo com a representante estudantil, esse era o dado mais recente que havia encontrado sobre o assunto.

O mesmo estudo, segundo Bianca Borges, apontava que 36% das vítimas deixaram de participar de atividades acadêmicas por medo de violência.

Para Bianca, o dado demonstra a dificuldade das instituições de ensino para acolher vítimas e responsabilizar agressores.

“O homem que praticou a violência não está deixando a sala de aula. Ele continua sendo aceito pela instituição e dentro do seu círculo social. Então, é [o uso da] violência como um método para a nossa exclusão de espaços que historicamente nos foram negados, do nosso pleno potencial de realização, que se dá, em grande parte, a partir da educação.”

Audiência Pública - Misoginia nas escolas e universidades. Diretora Da Audeducação - Tcu - Tribunal De Contas Da União - Tcu, Wanessa Carvalho
Wanessa Carvalho: só 29 universidades públicas tem política de combate ao assédio sexual – Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Auditoria

De acordo com a diretora da Unidade de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e Direitos Humanos do Tribunal de Contas da União, Wanessa Carvalho, uma auditoria do órgão mostrou que apenas 29 das 69 universidades públicas brasileiras têm política institucional de combate ao assédio sexual.

Segundo a auditora, mesmo entre essas universidades há lacunas. O problema mais recorrente seria limitar as ações ao corpo técnico, como professores e alunos, sem alcançar toda a comunidade universitária.

Homenagem a Outorga do Diploma Mulher-Cidadã Carlota Pereira de Queirós. Professora e militante feminista, Rosely Maria da Silva Pires
Rosely Pires defendeu mais mulheres à frente de órgãos decisórios – Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados

Ações

Entre as soluções possíveis, as participantes da audiência defenderam ações integradas entre universidades e outros órgãos, como Ministério Público e Defensoria Pública.

A criação de órgãos internos nas instituições, como ouvidorias e corregedorias comandadas por mulheres, também foi apontada como uma medida.

A coordenadora do Programa de Extensão da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Rosely Silva Pires, defendeu a medida.

“Quando um professor será penalizado? Quando um estudante será penalizado? Quando a estrutura que faz a avaliação e a dosimetria dessa violência tiver uma equipe de mulheres comprometidas. Enquanto as ouvidorias e as corregedorias forem coordenadas e dirigidas por homens, por professores, nós vamos continuar levando estudantes para fazer a denúncia no Fala BR, e as denúncias serão jogadas para debaixo do pano.”

Audiência Pública - Comunicação comunitária como instrumento de promoção dos direitos humanos. Dep. Erika Kokay (PT - DF)
Erika Kokay defendeu a aprovação do projeto que torna a misoginia crime – Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Projeto da misoginia

As participantes também afirmaram, de forma unânime, que a misoginia alimenta a violência contra as mulheres. A deputada Erika Kokay (PT-DF), que presidiu a audiência na Comissão de Direitos Humanos, também defendeu essa avaliação.

Para a parlamentar, outra medida importante é aprovar o Projeto de Lei 896/23, que torna a misoginia crime.

“Misoginia é o alimento para todas as formas de violência de gênero. Portanto, aprovar o projeto de criminalização da misoginia representa estarmos enfrentando os feminicídios simbólicos e literais. Discurso não tem inocência, discurso vira bala, discurso vira hematoma, discurso vira feridas no corpo e na alma das mulheres neste país.”

O projeto que torna crime disseminar discursos de ódio contra mulheres, inclusive pela internet, já foi aprovado pelo Senado e está pronto para ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados.

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Você pode gostar também

Deputado sugere que Câmara avalie propostas sobre educação a distância que estão em tramitação

Comissão aprova circulação de animais em condomínios

Campanha eleitoral começa neste domingo; conheça as regras

Comissão aprova projeto que institui a Política Nacional da Longevidade

Comissão aprova proposta de adoção de hip hop nas escolas públicas

admin 14 de agosto de 2026 14 de agosto de 2026
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior campanha-eleitoral-comeca-neste-domingo;-conheca-as-regras Campanha eleitoral começa neste domingo; conheça as regras
Próximo artigo comissao-aprova-circulacao-de-animais-em-condominios Comissão aprova circulação de animais em condomínios

Últimas notícias

araguaina-inicia-tombamento-historico-das-ruinas-de-antiga-fabrica-localizadas-no-parque-cimba
Araguaína inicia tombamento histórico das ruínas de antiga fábrica localizadas no Parque Cimba
Todas Noticias 14 de agosto de 2026
tjto-publica-lista-de-aprovados-no-concurso-para-juiz-substituto;-confira
TJTO publica lista de aprovados no concurso para juiz substituto; confira
Todas Noticias 14 de agosto de 2026
prefeitura-de-palmas-doa-area-no-aureny-ii-para-construcao-de-sede-do-corpo-de-bombeiros
Prefeitura de Palmas doa área no Aureny II para construção de sede do Corpo de Bombeiros
Todas Noticias 14 de agosto de 2026
prefeito-de-arraias-exalta-r$-37,6-milhoes-destinados-ao-municipio-e-reforca-apoio-a-dorinha-seabra-ao-governo-estadual
Prefeito de Arraias exalta R$ 37,6 milhões destinados ao município e reforça apoio a Dorinha Seabra ao governo estadual
Todas Noticias 14 de agosto de 2026
portal noticias  gold -COD-1212portal noticias  gold -COD-1212
Siga-nos
Dito Conteúdo © 2023 Todos direitos reservados
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?