
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet) afirma que mais de 60 das 81 unidades da rede de ensino da Capital. A entidade não fala o número exato, mas garante que cerca de 80% das escolas participaram da mobilização pelo Piso do Magistério, a realização do processo eletivo para gestores escolares, a convocação dos aprovados no cadastro de reserva e a efetivação da Lei 15.326 de 2026, que enquadra os professores da educação infantil na carreira do magistério público. A categoria também crítica terceirização de serviços e demonstra preocupação com uma possível Reforma da Previdência.
O ato teve início por volta das 9 horas, com concentração na Avenida Juscelino Kubitschek, nas proximidades do Colégio São Francisco. Em seguida, os manifestantes seguiram em caminhada até a sede da Prefeitura de Palmas e depois até à Câmara de Vereadores, onde o ato foi encerrado.
INSTRUMENTO PERMANENTE DE LUTA
A presidente da regional de Palmas do Sintet, Rose Marques, destacou o papel do sindicato como instrumento permanente de luta da categoria, independentemente de quem esteja à frente das administrações municipal ou estadual.
“Nós não suportaremos uma nova reforma da Previdência. Nós não suportaremos o piso nacional do magistério congelado. Então, companheiros, pensem bem nisso. E não venham falar que sindicato não é lugar de fazer política. Porque fazer política, sim!”
Rose Marques
“É preciso combater a privatização, pois quando se terceiriza o serviço público, não tem concurso e nem valorização dos trabalhadores, conforme é o caso do município de Palmas”
José Roque Santiago, presidente do Sintet





