A prisão de Adair Antônio de Freitas Meira no dia 27 de abril por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou milhões para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) gerou reação do vice-governador Laurez Moreira (PSD), isto porque o empresário de 63 anos é fundador Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi), responsável pelo programa Jovem Trabalhador.
ACUSAÇÃO GRAVE
Pré-candidato ao Palácio Araguaia, Laurez Moreira defende que o governo estadual deve explicações, apesar da Renapsi não ter sido alvo da Operação Contaminatio, da Polícia Civil de São Paulo (PCSP). “Essa é uma acusação muito grave. O suposto envolvimento de gente ligada ao crime organizado com o Governo do Tocantins precisa ser investigado a fundo”, declarou em material enviado à imprensa. O político também repercutiu o caso nas redes. “Enfrentei irregularidades, priorizei transparência e agi de fato quando percebi que algo estava errado. Governar é ter coragem de fazer o que precisa ser feito! O Tocantins não aguenta mais escândalos”, publicou.
CASO RENAPSI
A publicação de Laurez Moreira nas redes faz referência à decisão que teve de substituir o Jovem Trabalhador enquanto governador interino. A alegação para a medida foi identificação de inconsistências de R$ 25.702.422,00 no contrato com a Renapsi, o que foi negado pela instituição. O social-democrata chegou a anunciar um novo modelo do programa, mas a parceria antiga foi restabelecida com o retorno do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) ao comando do Palácio Araguaia.
Confira a publicação de Laurez Moreira sobre o caso:





