O presidente da Assembleia Legislativa (Aleto) e candidato a vice-governador da coligação ‘Pra Cima, Tocantins’, Amélio Cayres (MDB), concedeu entrevista na manhã desta terça-feira, 18, para falar do projeto ao Palácio Araguaia ao lado do deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB) e o papel que irá desempenhar caso seja eleito.
TOCANTINS NÃO MERECE A MÁCULO DE UM GOVERNADOR AFASTADo
Ao comentar sobre a função de vice-governador, Amélio Cayres chegou a afirmar que não deseja assumir o governo em razão de eventual afastamento do titular. “Eu quero contribuir com a gestão, mas nunca ser um vice que irá assumir por afastamento do governador. Não é o que eu desejo. O Tocantins não merece mais essa mácula”, afirmou.
A fala soa como uma provocação ao atual chefe do Poder Executivo, Wanderlei Barbosa (Republicanos), que ficou afastado entre setembro e dezembro por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito da Operação Fames-19. Amélio Cayres era aliado e a indicação dele para o Palácio Araguaia, mas justamente este episódio resultaria no rompimento entre os dois. O deputado acabou como vice de Vicentinho e o gestor lançou a senadora Dorinha Seabra (UB) ao governo.
“Eu confio no Vicentinho, conheço sua trajetória. Não tenho dúvida de que ele será governador e ficará os quatro anos do seu mandato”
Amélio Cayres, presidente da Aleto e candidato a vice-governador
CONFIANÇA NA VITÓRIA
No campo programático, Amélio Cayres propôs a descentralização dos atendimentos e o fortalecimento dos hospitais regionais e unidades menores para desafogar os grandes centros; defendeu a valorização dos professores e a revisão do plano de carreira da educação e ainda sugeriu uma atuação mais efetiva do poder público na infraestrutura e na industrialização.
Redação
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